A parceria viabilizará o lançamento de iniciativas em áreas prioritárias para o desenvolvimento de Minas Gerais e São Paulo
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) firmaram um acordo de cooperação científica e tecnológica que irá viabilizar o lançamento de chamadas futuras, o apoio a projetos, programas e outras iniciativas até setembro de 2029.
O documento foi assinado pelo presidente da FAPEMIG, Carlos Arruda, e pelo presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Marco Antonio Zago, na sede da Fapesp, em São Paulo, na última sexta (13).

Da esquerda para direita: O presidente da FAPEMIG, Carlos Arruda e o presidente da Fapesp, Marco Antônio Zago. Créditos: Daniel Antônio/Fapesp
A parceria busca promover a cooperação e o intercâmbio de conhecimentos em áreas de interesse para o desenvolvimento econômico e social sustentável de Minas Gerais e de São Paulo. As áreas prioritárias serão: Transição energética; Segurança alimentar; Agrotecnologia e Agronegócio; Tecnologias Quânticas; Materiais avançados; Nanotecnologia; Saúde Humana; Imunobiológicos e biofármacos; Inteligência Artificial e IoT; Comunicação 5G e 6G; Segurança Cibernética e Educação.
“O objetivo é identificar áreas de conhecimento em que ICTs mineiras estejam avançadas e bem desenvolvidas e buscar mecanismos de cooperação com as ICTs paulistas”, declarou Carlos Arruda. Para o presidente de FAPEMIG, a parceria promove uma sinergia capaz de tornar “um mais um mais do que dois”.
Visita
Em visita à FAPEMIG, o diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp, Carlos Américo Pacheco comentou sobre o acordo. Para ele, esse tipo de parceria contribui para impulsionar o impacto da produção científica em ambos estados.
“Sabemos que a cooperação entre a ciência paulista e a mineira rende um resultado espetacular. A gente até mede tudo isso. Sabemos, perfeitamente, que a produção feita só em São Paulo, sem a participação de outras unidades da federação, tem um determinado impacto e quando há cooperação, o impacto aumenta. A mesma coisa acontece em Minas. Então, temos clareza de que essa cooperação é muito útil. Há várias possibilidades de cooperação em várias áreas que estamos estudando, nas quais há competência em Minas e em São Paulo, e há diversos tipos de problemas que exigem, na verdade, alguma pesquisa colaborativa, aplicada, que também são estímulos a este tipo de cooperação”, declarou, Pacheco.
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